terça-feira, 24 de maio de 2011

O que eu desejo ainda não tem nome.

Chega uma hora que tudo o que você quer na vida é liberdade. Nem que seja liberdade de uma escolha. Por menor que seja, liberdade.
Você precisa errar, mas saber que quem fez a escolha que lhe levou pro erro, foi você. Acertar, e saber que você sim, sabe fazer escolhas. Precisa aprender a lidar com acertos e erros, sendo eles causados por você, e não pelos outros, em sua vida.
Liberdade de sair e voltar a hora que quer, que bem entender. Se sentir livre. Sentir-se dono de si.
Liberdade de expressão, de ação, de tudo. Apenas liberdade.
Quero fazer o que quero. O que tenho vontade. Sem precisar mais explicações.
Preciso, anseio cada dia, cada hora, cada minuto por isso. Passo todo o meu tempo procurando uma saída, uma oportunidade de beber dessa fonte. E daqui pra frente será assim, até que consiga..



segunda-feira, 9 de maio de 2011

O mundo através do meu olhar.

ontem, hoje e sempre.

Vontade enorme de deixar o passado apenas no passado. Medo (?)
Me deparo constantemente com lembranças de tempos passados. Tenho uma sacola de papéis, notas de lojas e coisas que me lembram minha viagem aos EUA com minhas amigas. Conto nos dedos as vezes que tive coragem de abrir essa sacola e bisbilhotar as lembranças, olhe que são quase cinco anos já desde a viagem. Não sei o que me dá, mas eu tenho um medo extremo de passado e de futuro. Talvez essas lembranças me façam sentir o tempo escorrendo pelo ralo. Vê-las me faz sonhar - sempre - com os momentos. O tempo perdido dói; e como dói. Cartas guardadas numa caixa, álbuns de fotografias antigas, cadernos de anotações. Tudo intocado, guardando lembranças as quais o medo me impede de revê-las.
Talvez minha vontade seja de que a vida seja como um rio. Entramos nele. Hoje, tocamos sua água, jamais tocaremos essa água novamente. Passou.
Isso porque nada será igual como já foi. Confesso, em alguns momentos isso conforta. Mas em compensação em outros, tira o sono.
Confusão. A janela da vida, à qual fica à mercê do tempo a nossa história.
Abrir os olhos e ver que tudo o que se passou contribui pro que é hoje, e assim, saber que apesar de nada voltar, aquilo naquele momento, contribuiu pro que é hoje.